Especialista em Displasia Coxofemoral Canina

Especialista em Displasia Coxofemoral Canina

Especialista em displasia coxofemoral: saiba quais as causas, severidade, raças propensas, sintomas, diagnóstico e tratamento eficaz recomendado por profissionais

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A displasia coxofemoral, caracterizada pela degeneração da articulação da bacia (acetábulo) com a cabeça do fêmur, é uma doença que vêm crescendo no mundo animal, principalmente pelo fato de não ser mais apenas uma patologia hereditária, como também desenvolvida pela obesidade, alterações posturais, convivência com pisos lisos e outros. Por isso, cada vez mais se torna mais necessário o acompanhamento de um especialista em displasia coxofemoral.

O especialista em displasia coxofemoral canina irá fazer a análise completa do pet, identificando a doença, o grau de severidade e indicando o melhor tratamento para o combate a progressão da degeneração. Nesse artigo vamos compreender quais são os graus de severidade, quais raças mais propensas, sintomas, diagnóstico e tratamento mais eficaz segundo os melhores profissionais da ortopedia veterinária.

Os graus de severidade da displasia coxofemoral

A displasia canina pode ser dividida em 5 diferentes graus de severidade da doença:

Grau A: articulação coxofemoral normal;
Grau B: articulações próximas do normal;
Grau C: displasia coxofemoral level;
Grau D: displasia coxofemoral moderada;
Grau E: displasia coxofemoral grave.

Quais as raças mais propensas?

A displasia coxofemoral em cães acomete principalmente os pets de grande porte como o Golden Retriever, Pastor Alemão, Buldogue Inglês e Labrador, sem descartar o aparecimento em raças de menor porte, apesar de mais raras em gatos.

Quais os sintomas mais comuns?

Os sintomas da displasia coxofemoral são bem característicos e passam por: estalos audíveis na articulação, dificuldade em caminhar, andar manco e sinais de dor ao realizar movimentos mais complexos.

Quando não tratada de forma correta, a doença pode apresentar sintomas mais intensos, obrigando o animal a evitar diversas atividades comuns de sua rotina como levantar-se, subir escadas, correr e pular, justamente pela dor intensa, apresentando um andar incomum e uma desproporcionalidade da musculatura em sua parte dianteira.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico preciso da doença é feito através de exames radiográficos com sedação, que podem ser realizados desde os 4 meses de vida do pet, em diferentes métodos de raio-x. O diagnóstico definitivo, quando a doença é oriunda de fatores hereditários, acontece aos 2 anos de idade.

Quais o tratamento mais eficaz?

É importante dizer que a displasia coxofemoral canina não possui uma cura definitiva, sendo o tratamento voltado para a redução da dor e da progressão da doença articular. Para isso, o planejamento de um programa eficiente de manutenção ou restauração das funções naturais da articulação são importantíssimos, sempre levando em consideração o contexto do paciente em reabilitação, o grau de severidade, idade e possíveis severidades clínicas extras.

A fisioterapia veterinária, nesse contexto, se tornou a grande aliada na reabilitação de cães com displasia, oferecendo diferentes técnicas para o fortalecendo muscular, combate de dores e incômodos e o controle da evolução da artrose (normalmente associada ao aparecimento da displasia coxofemoral).

Uma das técnicas que vem obtendo ótimos resultados é o implante de ouro para displasia coxofemoral. Trata-se de uma implantação de pequenos fragmentos de ouro 18k em pontos específicos de acupuntura e em pontos gatilhos ao redor da articulação coxofemoral com o intuito de melhorar a dor e aumentar a mobilidade do animal.

O conceito é que a técnica de implante de ouro melhora a locomoção e promove uma maior analgesia por até dois anos de tratamento. Com isso, torna-se muito mais viável o estabelecimento de um programa eficaz de reabilitação e fortalecimento muscular para que a progressão da doença seja minimamente sentida pelo pet.

Outros métodos de reabilitação também são igualmente eficientes no retorno das funções articulares e no aumento da força muscular dos membros pélvicos com as atividades de baixo impacto que evitam mais estresse a rotina do animal.

A hidroterapia com esteira aquática, caminhas controladas, natação, acupuntura, ozonioterapia e quiropraxia são algumas técnicas eficientes adotadas nos programas de recuperação da displasia coxofemoral indicadas por especialistas.

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